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      <title><![CDATA[contos de terror - ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Jul 2010 23:50:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[O Gato Preto ]]></title>
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         <description><![CDATA[Nota: Uma obra espetacular de Edgar Allan Poe. Um dos maiores escritores de contos de horror que já li. Seus textos possuem um suspense e agonia que prendem nossa leitura até o final da história. O conto abaixo é longo, mas é uma de suas obras primas da literatura de suspense / medo.&#160;
&#160;
Por Allan

Não espero nem solicito o crédito do leitor para a tão extraordinária e no entanto tão familiar história que vou contar. Louco seria esperá-lo, num caso cuja evidência até os meus próprios...]]></description>
         <pubDate>Sat, 31 Jul 2010 23:50:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[O Herói do Apocalipse ]]></title>
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         <description><![CDATA[O dedo enrugado aponta para o céu negro. A mesma cor do paletó do velho que está esticando o braço para o alto na direção de seus olhos. A outra mão encontra-se dentro dentre de suas vestes na altura do abdômen. Algum problema intestinal, alguém poderia imaginar, ou um idiota louco imitando Napoleão Bonaparte. 

- Não está vendo? Não consegue ver? 

Igor sentia-se confuso. Seu relógio de pulso já marcava quinze para dez da noite; estava cansado, o dia todo fez uma pesquisa árdua sobre a...]]></description>
         <pubDate>Sat, 24 Jul 2010 22:37:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[O que seria se não fosse?]]></title>
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         <description><![CDATA[Naquela manhã existia algo de diferente no ar. Emiliano, em questão de alguns minutos, poderia estar livre para desfrutar da paz tanto esperada. Aquele que durante tantos anos o atormentou, com exigências e ameaças, ao que tudo indicava, estava pronto para atravessar a fronteira final. 

Seu pai, um homem atormentado pela paralisia, há mais de quinze anos, naquela manhã, parecia que não conseguiria mais se agarrar àquela vida. Emiliano já havia em outras ocasiões, presenciado crises como aquela...]]></description>
         <pubDate>Fri, 23 Jul 2010 19:35:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[O Barril de Amontilado ]]></title>
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         <description><![CDATA[Suportei o melhor que pude as mil e uma injúrias de Fortunato; mas quando começou a entrar pelo insulto, jurei vingança. Vós, que tão bem conheceis a natureza da minha índole, não ireis supor que me limitei a ameaçar. Acabaria por vingar-me; isto era ponto definitivamente assente, e a própria determinação com que o decidi afastava toda e qualquer ideia de risco. Devia não só castigar, mas castigar ficando impune. Um agravo não é vingado quando a vingança surpreende o vingador. E fica igualmente...]]></description>
         <pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:29:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[A rua das três meninas ]]></title>
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         <description><![CDATA[Estava na "Rua das Três Meninas", como popularmente chamavam aquele beco. Deviam ser oito da noite, mas o relógio insistia em assinalar nove e meia. Encostei me num poste apagado. Ajeitei-me entre as sombras, procurando uma maneira de me tornar invisível. Quando consegui, calei. Fiz um silêncio profundo, um vazio de tumba secular. Possivelmente meu coração tenha cessado naquele momento. Então, o mais difícil: esperar. 

Sempre compreendi a mente dos assassinos. O sorriso sádico escondido atrás...]]></description>
         <pubDate>Tue, 20 Jul 2010 22:24:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[No meio da estrada ]]></title>
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         <description><![CDATA[Havia algo estranho. Todos dentro do ônibus podiam sentir isso. Eles haviam saído de Belém no final da noite, em direção a São Luiz. A estrada era perigosa, todos sabiam disso. Havia perigo de acidentes, assaltos... mas não era tudo. Havia algo de sobrenatural e temeroso no ar. Como se algo estivesse para acontecer... 

Uma criança começou a chorar. A mãe colocou a cabeça da menina no peito e afagou-lhe os cabelos, tentando confortá-la. 

Lá na frente, perto do motorista, uma velhinha rezava,...]]></description>
         <pubDate>Mon, 19 Jul 2010 17:45:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[Brincando com os mortos]]></title>
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         <description><![CDATA[Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo". 

Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa. 

- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma. 

O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação....]]></description>
         <pubDate>Sat, 17 Jul 2010 17:43:00 +0200</pubDate>
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         <category>contos de terror</category>
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         <title><![CDATA[Gritos ]]></title>
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         <description><![CDATA[O quadro negro estava vazio, à espera do começo do pandemônio de números em seu ventre educador por um giz tão pálido como um defunto. Eram 8 horas da manhã, horário em que a aula da 4a série começava e logo iniciaria com Matemática. 

- A professora tá atrasada...- comentou Talyta, uma menina de 10 anos como todas as crianças da classe. Ela era negra e um pouco baixa. 

- O que será que houve? - indagou Alessandra, uma menina de pele branca e cabelos pretos. - Milagre o auxiliar de disciplina...]]></description>
         <pubDate>Fri, 16 Jul 2010 17:49:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Expurgar o mal ]]></title>
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         <description><![CDATA[Permitam-me que manche estas páginas níveas que têm pela frente, com o sangue que ainda escorre das minhas mãos assassinas. Eu sempre fui o mais sereno dos homens. Na vila onde vivo, as pessoas fitam-me com alguma compaixão, como se exibisse um cartaz a dizer, "tenham pena de mim". Sempre foi assim. Em casa, na escola, no emprego. As pessoas têm tendência a tratar-me como um "coitadinho". O pior é que eu acomodei-me a esta situação desconfortável, e assim tenho vivido.

Naquela noite de verão,...]]></description>
         <pubDate>Sun, 11 Jul 2010 17:17:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[O amigo do tabuleiro ]]></title>
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         <description><![CDATA[Sabrina descobriu o jogo do copo há pouco tempo. Achou fantástica a sensação de poder conversar com alguém que já morreu ou simplesmente receber sinais de entidades desconhecidas. Na verdade, ela não acreditava que as entidades pudessem fazer algum mal a ela, afinal, quem já morreu não pode ultrapassar a barreira do real. 

Ela comprou o tabuleiro em uma pequena loja de artesanato. Pediu para que um velho artesão a produzisse com madeira fina e envernizada. Seu orgulho era perceber o copo leve...]]></description>
         <pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:12:00 +0200</pubDate>
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